Vereadores Sérgio Poli e Benildo discutem em sessão do Legislativo

“Leia o regimento!” Já na sessão do dia 22 foi marcada por uma discussão entre Poli e Benildo, por causa do orçamento da Casa. Benildo,...

Vereadores Sérgio Poli e Benildo discutem em sessão do Legislativo Imagem por Folha de Iperó e Texto por Folha de Iperó
  • 04/06/2018 às 20:23
  • Atualizado 01/03/2023 às 20:23
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“Leia o regimento!”

Já na sessão do dia 22 foi marcada por uma discussão entre Poli e Benildo, por causa do orçamento da Casa. Benildo, durante a sessão, sugeriu que se pudesse diminuir o orçamento da Câmara, assim evitar devoluções de verbas ao Executivo e, assim, a Prefeitura contar com mais dinheiro para cumprir com as indicações propostas pelos parlamentares. O presidente, já demonstrando irritação, lembrou que nem sempre é possível projetar o orçamento. “Se vocês tiverem uma varinha mágica, que no ano que vem só gasta isso, e não vai queimar computador”, destacou. Benildo de prontidão respondeu que seria possível estimar custos fixos e variáveis, sem ter que deixar o orçamento no vermelho. Poli, em outro momento, esclareceu que corria o risco de ter de exonerar os 11 assessores parlamentares e que, assim, a Câmara economizaria mais. O colega parlamentar não gostou. “Da maneira que o senhor está colocando, dá a entender que eu estou falando para dispensar assessores”, protestou Benildo. Poli negou e cortou a palavra dele. “Vossa excelência já usou a tribuna. Pelo regimento, a fala do presidente é a última. Eu acho que o senhor deveria estudar um pouco mais o regimento”. Após o término da sessão, os dois ainda discutiram sobre o assunto.

 

Incentivos Fiscais

A Prefeitura de Iperó apresentou à Câmara um projeto de lei que visa dar incentivos fiscais ao que chama de “projeto habitacionais populares, de interesse social”, vinculados ao Programa Minha Casa Minha Vida, do governo federal. O projeto foi lido na sessão da última terça-feira (22).

Nele, a prefeitura explica que, entre os objetivos, está o de garantir a implantação de empreendimentos no município, fomentar esforços conjuntos entre o poder público e a iniciativa privada e, ainda, atender a demanda habitacional que existe no município. Para isso, o Executivo estaria autorizado a firmar convênios, termos de cooperação, termos de compromisso, protocolo de intenções e parcerias e instrumentos semelhantes, que possam atrair investidores, em troca de benefícios fiscais.

 

 

Câmeras ou drones?

Os vereadores Sérgio Poli (PV) e Luis Fernando “Daki” (MDB) não chegaram a um consenso quanto a segurança em escolas do município, na sessão do último dia 15. Daki trouxe à tribuna uma reclamação de que usuários de drogas estariam frequentando as saídas de escolas e sugeriu que fossem instaladas câmeras. Já Poli sugeriu que drones fossem instalados. “Com apenas R$ 10 mil, nós poderíamos adotar um sistema de drone. Uma pessoa da guarda operaria um drone no Centro e outro em George Oetterer”, defendeu. Daki, no entanto, respondeu, dizendo que o drone seria facilmente percebido por potenciais delinquentes e que um drone por escola seria mais caro. Benildo dos Santos Ribeiro (PV) também entrou na “discussão”, e sugeriu que as escolas alternassem seus horários de saída, para facilitar a presença da Guarda Civil Municipal (GCM).

 

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