Vitor Lippi entra na Comissão da Nova Previdência para combater privilégios

O ex-prefeito de Sorocaba se tornou um dos parlamentares mais atuantes neste processo de consolidação do texto base que será apresentado no plenário da Câmara...

Vitor Lippi entra na Comissão da Nova Previdência para combater privilégios Imagem por Folha de Iperó e Texto por Folha de Iperó
  • 09/12/2018 às 16:41
  • Atualizado 01/03/2023 às 16:41
Compartilhe:

Tempo de leitura: 00:00

O ex-prefeito de Sorocaba se tornou um dos parlamentares mais atuantes neste processo de consolidação do texto base que será apresentado no plenário da Câmara

A Reforma da Previdência, em tramitação na Câmara dos Deputados, recebeu esta semana o reforço do deputado federal Vitor Lippi (PSDB/SP), na Comissão Especial que analisa a matéria.
Lippi entende que é preciso acompanhar de perto as mudanças que estão sendo editadas para garantir que sejam justas, que acabe com privilégios como as aposentadorias milionárias e que o teto seja válido para todos os brasileiros.
“O Brasil não pode mais esperar. A Nova Previdência vem para corrigir injustiças, não está sobrando dinheiro para a saúde e para a educação. Um país quebrado não consegue oferecer oportunidades de novos empregos”, explicou Lippi, ex-prefeito de Sorocaba.
Na Comissão Especial, Vitor Lippi vai apresentar emendas que vão beneficiar quem trabalha com serviços pesados e mães de crianças com deficiência severas.
Lippi disse que não vai aprovar mudanças no Benefício de Prestação Continuada (BPC) e na aposentadoria rural. A regra de transição para algumas categorias também precisa ser revistas e o mais importante é reequilibrar as contas públicas.
“Os trabalhadores rurais e os já aposentados não serão prejudicados. Além disso, a mãe que cuida de filho especial, merece um reforço orçamentário no final do mês. Mas para isso, precisamos acabar com as super-aposentadorias que existem hoje. Hoje 80% recebe 20% do orçamento e 20% ficam com 80% do total, isso não pode mais acontecer!”, reforçou Lippi que já abriu mão de sua aposentadoria especial e vai se aposentar no regime regular do INSS.
Em plenário, a proposta tem que ser aprovada em dois turnos por 308 dos 513 deputados do legislativo.
Terminado os trabalhos na Câmara, a proposta segue para a Comissão de Constituição de Justiça do Senado Federal e depois, para o plenário, onde também deverá ser votado em dois turnos.