Aulas são suspensas em São Sebastião, em alerta devido às chuvas

Grande volume atinge o município, no litoral norte de São Paulo

Aulas são suspensas em São Sebastião, em alerta devido às chuvas Imagem por Agência Brasil e Texto por Agência Brasil
  • 14/06/2023 às 19:38
  • Atualizado 14/06/2023 às 19:38
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A cidade de São Sebastião, no litoral norte de São Paulo, segue em estado de alerta devido ao volume de chuva que atinge o município desde a noite de segunda-feira (12). Na costa sul, de acordo com a prefeitura, foram quase 250 milímetros de precipitações. Nesta manhã, a chuva ocorre com menos intensidade, mas ainda de forma contínua. Não há registro de destruição de casas, nem de desaparecidos, feridos ou mortos. 

Ontem foram atendidas 20 ocorrências, que envolveram alagamentos, queda de árvores, queda de barreiras, além de vistorias. As aulas seguem suspensas nos bairros de Juquehy, Barra do Sahy, Cambury, Boiçucanga, Maresias e Toque-Toque Pequeno. Também não há registro de interdições ou bloqueios em rodovias da região até o momento, informou a prefeitura.

A suspensão das aulas, segundo a Secretaria Municipal de Educação, se dá em virtude do acentuado volume de chuvas previsto para esta quarta-feira (14) e para “garantir a segurança dos alunos, professores e outros funcionários”. As creches funcionam normalmente.

O governo municipal disse ainda que segue dialogando com as demais autoridades para monitorar a situação e garantir a normalização das atividades assim que as condições permitirem, inclusive com a possibilidade de retorno ainda hoje.

Os dados de monitoramento mostram volume de 206,03 milímetros de chuva nas últimas 24 horas e 248,53 mm nas últimas 72 horas. O esperado para todo o mês de junho é 101,1 milímetros.

Para atender as famílias afetadas, a prefeitura abriu três pontos de abrigo nessa terça-feira (13), e duas pessoas foram acolhidas nesses locais. Segundo o governo, o acolhimento se deu por decisão particular e não por necessidade de remoção.

A cidade de São Sebastião, no litoral norte de São Paulo, segue em estado de alerta devido ao volume de chuva que atinge o município desde a noite de segunda-feira (12). Na costa sul, de acordo com a prefeitura, foram quase 250 milímetros de precipitações. Nesta manhã, a chuva ocorre com menos intensidade, mas ainda de forma contínua. Não há registro de destruição de casas, nem de desaparecidos, feridos ou mortos. 

Ontem foram atendidas 20 ocorrências, que envolveram alagamentos, queda de árvores, queda de barreiras, além de vistorias. As aulas seguem suspensas nos bairros de Juquehy, Barra do Sahy, Cambury, Boiçucanga, Maresias e Toque-Toque Pequeno. Também não há registro de interdições ou bloqueios em rodovias da região até o momento, informou a prefeitura.

A suspensão das aulas, segundo a Secretaria Municipal de Educação, se dá em virtude do acentuado volume de chuvas previsto para esta quarta-feira (14) e para “garantir a segurança dos alunos, professores e outros funcionários”. As creches funcionam normalmente.

O governo municipal disse ainda que segue dialogando com as demais autoridades para monitorar a situação e garantir a normalização das atividades assim que as condições permitirem, inclusive com a possibilidade de retorno ainda hoje.

Os dados de monitoramento mostram volume de 206,03 milímetros de chuva nas últimas 24 horas e 248,53 mm nas últimas 72 horas. O esperado para todo o mês de junho é 101,1 milímetros.

Para atender as famílias afetadas, a prefeitura abriu três pontos de abrigo nessa terça-feira (13), e duas pessoas foram acolhidas nesses locais. Segundo o governo, o acolhimento se deu por decisão particular e não por necessidade de remoção.

Orientações

Farina recomenda que motoristas que pretendam se deslocar para a região observem os alertas e busquem informações. “Nós temos canais da Artesp [Agência de Transporte do Estado de São Paulo], DER [Departamento de Estradas de Rodagem], que inclusive está no local fazendo operações de siga e pare em locais e trechos parcialmente danificados”.

Para quem mora em locais de risco, a orientação é observar o sinal de movimentação de terra. “Se você vê uma rachadura, uma trinca na sua residência, se observa um poste, uma árvore inclinada ou até um muro mais embarrigado, o muro que forma uma ondulação devido à pressão do solo, busque um local seguro e informe a Defesa Civil pelo telefone 199”, afirmou.

O capitão destaca ainda que, em situações de perigo, a população deve buscar o Corpo de Bombeiros no telefone 193. “É muito importante as pessoas ficarem atentas e observarem esses sinais de anormalidades em suas residências”, alertou.

Outros canais de informações da Defesa Civil são as mídias sociais (@defesacivilsp), o aplicativo Alerta SP e o SMS 40199. Quem tiver interesse em informações de determinada área, basta enviar um torpedo com o CEP e esse número passará a receber alertas.