Comando da Agemsor ainda não está definido, afirma governador

Política 31 jul / 2015 às 21:56

O governador do estado de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) afirmou em coletiva de imprensa na terça-feira (28) que o comando da Agemsor (Agência Metropolitana de Sorocaba) ainda não está definido.

“Vamos verificar e tendo definido a gente divulga”, afirmou de forma sucinta. Sabe-se nos bastidores que o ex-prefeito de Iperó Marco Antonio Vieira de Campos, o Marcão (PSDB), é o mais cogitado para ocupar o cargo.

Ainda de acordo com as informações de bastidores, o que favorece a indicação de Marcão, seria a sua forte ligação com líderes do partido, incluindo o governador tucano Geraldo Alckmin e o prefeito de Sorocaba, Antonio Carlos Pannunzio. Marcão teria trânsito livre, tanto no Palácio dos Tropeiros, sede do Executivo sorocabano, como no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista.

Marcão, que integrava a comitiva do governador, foi mais uma vez procurado para comentar a questão, mas transferiu a responsabilidade de falar do assunto para outros caciques do partido.

As agências metropolitanas têm como finalidade integrar a organização, o planejamento e a execução das funções públicas de interesse comum das cidades que compõe as cidades das regiões metropolitanas.

Entre as principais atribuições das agências, está a fiscalização das execuções das leis que dispõem sobre regiões metropolitanas e aplicar as respectivas sanções, além de estabelecer metas, planos, programas e projetos de interesse comum, fiscalizar e avaliar sua execução.

 

Homem de respeito

Durante entrevista para o Jornal Z Norte nesta sexta-feira (31), o prefeito Antonio Carlos Pannunzio não escondeu sua admiração pelo tucano de Iperó. “É uma decisão que envolve o Conselho, que eu presido, e o governo do estado”, pondera. No entanto, Pannunzio, que é o presidente do Conselho da RMS, não escondeu que tende por Marcão. “É um nome de respeito em toda a região metropolitana. É um nome que eu tenho investido muito”, afirma. “É claro que essa decisão não é só minha. É uma decisão minha, com os prefeitos e com o governo do estado. Não é uma decisão unilateral”, termina.


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